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Brasil impôs barreiras aos seus arrozeiros

 

Planeta Arroz mostra detalhes das assimetrias do Mercosul, os primeiros arrozeiros brasileiros, a irrigação de arroz com água salgada, tecnologias, tendências de mercado, safras, consumo e uma polêmica: o arroz de amanhã será o trigo de hoje? Planeta Arroz 64 mostra as assimetrias do Mercosul e os prejuízos para a lavoura brasileira, os primeiros arrozeiros brasileiros têm 4 mil anos, irrigação com água salgada, tecnologias, tendências de mercado, safras, consumo e uma polêmica: o arroz de amanhã será o trigo de hoje?

Está circulando entre os assinantes de todo o Brasil, a edição de número 64 da revista Planeta Arroz, que traz como matéria de capa a constatação de que ao concordar com as assimetrias do mercado de arroz do Mercosul, o governo brasileiro impôs barreiras comerciais e produtivas aos seus próprios arrozeiros. A constatação é baseada em um estudo da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul (Farsul), conduzido pelo economista Antônio da Luz, e mostra a diferença de preços e de tributos entre os insumos utilizados na lavoura arrozeira do Brasil, Argentina e Uruguai. Os pesquisadores não conseguiram fontes confiáveis no Paraguai para fazer o levantamento, ainda que se saiba que os custos são menores ainda.

Esta é apenas uma amostra das diferenças para se produzir em cada um dos países, que em geral retiram competitividade do arroz brasileiro. Mas, há outros fatores, que são minunciosamente explicados na reportagem. Quando todo mundo achava que o arroz tinha sido trazido pelos portugueses nos anos de 1700, depois pelos alemães no final dos anos 1800 para o Rio Grande do Sul, tudo muda a partir desta edição de Planeta Arroz, que revela pesquisa na qual são localizados arrozeiros de 4 mil anos no Brasil. A pesquisa encontrou sistemas de produção e consumo de pelo menos quatro tipos de arroz nativos, que hoje são utilizados em sistemas de melhoramento genético a partir dos bancos ativos de germoplasma.

A versão impressa também traz matéria sobre a descoberta de um arroz gigante, com planta de 2,5 metros de altura e potencial de aumentar em 50% a produtividade de uma lavoura na China. Também os cientistas chineses descobriram um híbrido que se desenvolve sob irrigação de água salgada ou solos salinos. As novidades deverão modificar completamente o perfil de produção e oferta de arroz no gigante asiático em um período de três a cinco anos. POLÊMICA: A entrevista desta edição é com o consultor Carlos Cogo, e ele vai direto ao ponto. A cultura do arroz pode ser, amanhã, aquilo que é o trigo atualmente no Brasil. Para Cogo, a tendência é de a cadeia produtiva do arroz encolher, se reestruturar e passar por um período em que só os competitivos sobreviverão.

E não vai levar tanto tempo assim. Ao mesmo tempo, o consultor indica caminhos para que as atuais tendências não se confirmem e a lavoura recupere fôlego. Apesar das diferenças do Mercosul, diversas matérias em Planeta Arroz mostram a opinião de economistas e analistas de mercado contrários às propostas de salvaguardas contra o arroz dos países vizinhos, considerando que a médio e longo prazos a medida pode se virar contra um Brasil que quer ser exportador. Outro tema de grande repercussão. A revista também apresenta novidades em tecnologias, como a orientação da RiceTec para que os produtores com semeadura atrasada revejam o mix de sementes, avalia os mercados e tendências no mundo, no Mercosul, no Brasil e nos principais estados produtores.

E também traz um retrato das safras, da balança comercial. Os resultados finais do primeiro ano do Projeto 10+ apontam que, em média, os integrantes da proposta de manejo derrubaram os custos, aumentaram a rentabilidade e a produtividade de maneira que, muitos, podem ter escapado mesmo da pior crise de custos x preços do mercado do arroz nesta década. Depois de alcançar o teto de produção de seis mil quilos por hectare em uma das áreas, o projeto Soja 6000 busca um avanço coletivo e estabelece patamares de produtividade de acordo com o perfil de cada produtor/propriedade/nível tecnológico e capacidade de investimento. E chega ao ponto de recomendar que em algumas condições, o arrozeiro não invista em soja.

 

 

FUENTE: REVISTA- por Planeta Arroz


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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